Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a estimativa para o triênio 2023-2025, é de 220 mil novos casos de pele não melanoma, sendo o tipo de câncer mais comum no Brasil.
Visando a importância da prevenção do câncer de pele, o Hospital de Amor dá mais um passo fundamental. No próximo dia 25 de novembro, às 10h, será inaugurado o Solmáforo na região dos Lagos, em Barretos (SP), em frente a Asteque. O dispositivo público mede, em tempo real, a intensidade da radiação ultravioleta (UV) e indica, por meio de cores, o nível de risco da exposição solar.
A iniciativa integra o projeto RETRATE, desenvolvido pelo Hospital de Amor, com o objetivo de conscientizar a população sobre os perigos da exposição solar desprotegida e incentivar hábitos preventivos.
O dispositivo foi idealizado inicialmente pelo professor Tomás Santibañez, da U-Visor de Viña del Mar, no Chile. Pensando na conexão com a prevenção ao câncer de pele, o estudante do ensino médio Francisco Vazquez pesquisou o tema e propôs trazer o Solmáforo para Barretos.
O funcionamento é simples: a cor exibida no painel indica o nível de risco da radiação solar naquele momento, ajudando as pessoas a se protegerem de forma adequada. Além disso, o Solmáforo possui um QR Code que direciona para o aplicativo RETRATE, no qual é possível enviar fotos de lesões suspeitas de câncer de pele para avaliação médica especializada.
Unindo tecnologia, saúde pública e educação preventiva, o dispositivo amplia o acesso à informação e à rede de saúde, aumentando as chances de diagnóstico precoce da doença.
A instalação do Solmáforo é resultado da união de esforços entre o Hospital de Amor, a Prefeitura de Barretos, a U-Visor (Chile), o CNPq e o Ministério da Saúde. O projeto simboliza um marco para a cidade, consolidando seu papel como referência em inovação e promoção da saúde.
Sobre o Hospital de Amor
Referência em tratamento, prevenção, ensino e pesquisa em câncer, o Hospital de Amor (atual nome do Hospital de Câncer de Barretos) realizou em 2024 um total de 2.033.894 atendimentos (entre consultas, procedimentos e exames) em todas as suas unidades espalhadas pelo Brasil. Nesse período, foram atendidas 598.229 pessoas, oriundas de 2.540 municípios brasileiros. Isso quer dizer que, no ano passado, o HA cuidou de alguém vindo de 45.6% das cidades do país, de forma 100% gratuita. Atualmente, o déficit operacional da instituição ultrapassa R$ 1 milhão por dia, de acordo com o último balanço oficial divulgado.
Apoiado nos ideais de humanização, o HA possui diferenciais de destaque, sobretudo dentro do contexto do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro, como uma filial do maior centro de treinamento de cirurgia minimamente invasiva do mundo – o IRCAD; um dos maiores serviços de prevenção em câncer do Brasil, com o maior número de unidades móveis para rastreamento e detecção precoce do mundo; e um Instituto de Ensino e Pesquisa focado em oncologia, incluindo um Centro de Pesquisa em Oncologia Molecular, que proporciona não apenas a possibilidade de grandes avanços em pesquisa científica na área e a formação de profissionais extremamente qualificados, mas também um tratamento mais personalizado e assertivo aos seus pacientes.

