O desassoreamento do Ribeirão das Pitangueiras foi concluído na quinta-feira, 12 de junho, com três meses de antecedência em relação ao cronograma original. A ação integra o Programa Estadual Rios Vivos e faz parte das metas do Programa Municipal Mãos pela Água, coordenado pelo SAAE Barretos em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Sebrae-SP e CATI (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral) Regional Barretos.
Na tarde desta sexta-feira (13), o superintendente do SAAE Barretos, Nilson Andrade, o secretário municipal de Agricultura, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Marcelo Jamal, o vereador Sérgio Tobace, conhecido como Japonês das Caçambas, Ana Cláudia, assessora representando o vereador Professor Adilson, membros dos pilares do Mãos pela Água e servidores da Autarquia e Secretaria estiveram na lagoa da Fazenda Flórida para conferir o resultado final da intervenção.
A obra, iniciada em 8 de abril, previu a remoção de sedimentos e o rebaixamento do leito do córrego em cerca de 3,5 km de extensão, com o objetivo de melhorar a capacidade de vazão, reduzir riscos de alagamentos e contribuir com a recarga do lençol freático.
Para o secretário Marcelo Jamal, a iniciativa representa mais um avanço concreto do programa. “O Mãos pela Água tem por objetivo recuperar o Ribeirão Pitangueiras, responsável por cerca de 60% do abastecimento de Barretos. O trabalho conjunto entre Estado, município e parceiros mostra nosso compromisso com a sustentabilidade hídrica”, afirmou.
“Esse desassoreamento é um marco. A cada metro cúbico de material retirado, devolvemos à cidade a capacidade de sonhar com um abastecimento mais seguro, eficiente e sustentável”, destacou Nilson Andrade.
Programa Mãos Pela Água
O Programa Mãos pela Água foi lançado oficialmente em fevereiro de 2025 e atua em diversos eixos, incluindo a recuperação de nascentes, recomposição de matas ciliares, canalização e regularização ambiental de propriedades rurais, além da educação ambiental. Com o encerramento do desassoreamento, a próxima etapa será o plantio de vegetação nativa nas margens do córrego, ampliando a proteção do manancial e garantindo maior estabilidade ambiental à área recuperada.

